Nunca fui prendada na cozinha. Também nunca tinha tentado. O tradicional prato feijão e arroz eu já melhorei bastante. Agora o macarrão soltinho ainda nada. Nem com as dicas da minha preciosa tia Coca. E olha que gosto do bem simples refogado com óleo, alho e pitadas de ervas. Quando recebo tia lá em casa, já sei que vou me deliciar com esse simples e saboroso prato que perfuma a cozinha.
Quando não tinha os pequenos não dava muita importância pro jantar, mas com os pequenos essa refeição ganhou relevância. Se bem que Isa come mais a noite. Arthur só ensaia, mas tem dias que surpreende. Enfim, o jantar tem saído com comidas bem práticas do dia a dia. E ficar mais tempo na cozinha me inspirou a assistir programas gastronômicos no GNT. São as raridades que assisto já que tv nunca foi e nunca será uma atração do meu cotidiano. Ah sim, gosto também dos programas de decoração, são criativos.
E por falar em criatividade, ela é muito bem vinda em qualquer espaço e experiência. Seja no preparo dos pratos e decoração ela dá um toque especial. Aliás, ando com uma vontade de colocar uma cor na cozinha lá de casa. É logo que as experiências culinárias renderão outras iniciativas. Inspirada nos episódios do Cozinha Prática e Tempero de Família, meus favoritos nesse quesito gastronomia, resolvi escolher 1 prato por mês para fazer em casa.
Em abril foi um macarrão oriental com camarão. Maio e junho eu não fiz nada. Em julho retomei o projeto de escolher 1 prato por mês para receber família e amigos. Em julho fiz o arroz carreteiro com carne seca, hummm. Tem gente que levou marmita e ficou uns 2 dias comendo em casa. Em agosto foi baião de dois homenageando minhas raízes. Antes de raparem a panela eu fiz a marmita pro amigo sortudo acompanhado da clássica farofa que aprendi fazer e que é pedida em todos os churras. Sim, tia Coca ensinou a farofa e embora a minha não chegue aos pés da dela, ando melhorando.
Em homenagem a Minas Gerais e as referências mineiras dos amigos, a receita de setembro será feijão tropeiro e já tem data marcada. Vi no Tempero de Família e vou fazer com alguns ajustes, da panela ao local! Os três primeiros pratos segui a receita do Cozinha Prática com algumas alterações ao meu gosto. A foto do baião de dois vai ficar faltando. Não deu tempo!
primeiro prato, o macarrão com camarão espetacular e o molho ficou divino!
a carne seca dá o toque diferencial ao arroz carreteiro, prato típico em várias regiões
A arte de relacionar-se é um desafio e uma bênção que me permite aprender e ensinar com os personagens que fazem parte dos capítulos de minha história. E ainda há muito para escrever ...para trocar experiências com os irmãos que habitam o cenário de minha existência...afinal... cada amanhacer é uma dádiva...todo crespúsculo é uma passagem...e a noite as sombras nos faz enxergar a luz do ciclo que se completa e se renova dia a dia.
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terça-feira, 23 de agosto de 2016
terça-feira, 6 de outubro de 2015
cozinhar é alquimia simples e prática também
Eu não sou prendada para cozinha. Nem o básico sai lá essas coisas. E eu adoro programa de gastronomia, aprecio a arte de quem sabe fazer. Um dos meus programas favoritos é o Cozinha Prática de Rita Logo exibido pelo GNT. Adoro a leveza com que ela conduz as receitas. Tem a proposta da praticidade dos pratos, sem perder o refinamento. Culinária com bom gosto, simplicidade e arte, uma mistura que rende ótimos sabores.
Ontem no final do episódio a Rita mostrou seu livro e eu disse a Isa: filha vou comprar. Meu marido, que aparentemente estava cochilando, responde: “vai comprar pra quê, pra deixar de enfeite?”
Eu e Isa começamos a rir muito. De repente estava cochilando e acorda pra alfinetar. A Isa retruca: Pai eu vou ajudar a mãe cozinhar.
Ele diz: Isa você só come feijão e arroz isso sua mãe já faz. Não pode nem colocar coentro no feijão se não você não come.
Eu digo: Opa, sei fazer farofa também.
O “bate boca” rendeu muitas risadas. E para fechar eu digo:
Isa tá na hora de ir pra cama. E digo ao meu marido: E vou comprar sim o livro, nem que seja pra deixar de enfeite. Mas, certamente vou me arriscar a tentar uma ou outra receita, das mais básicas, é claro.
Ontem no final do episódio a Rita mostrou seu livro e eu disse a Isa: filha vou comprar. Meu marido, que aparentemente estava cochilando, responde: “vai comprar pra quê, pra deixar de enfeite?”
Eu e Isa começamos a rir muito. De repente estava cochilando e acorda pra alfinetar. A Isa retruca: Pai eu vou ajudar a mãe cozinhar.
Ele diz: Isa você só come feijão e arroz isso sua mãe já faz. Não pode nem colocar coentro no feijão se não você não come.
Eu digo: Opa, sei fazer farofa também.
O “bate boca” rendeu muitas risadas. E para fechar eu digo:
Isa tá na hora de ir pra cama. E digo ao meu marido: E vou comprar sim o livro, nem que seja pra deixar de enfeite. Mas, certamente vou me arriscar a tentar uma ou outra receita, das mais básicas, é claro.
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