quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Isa pergunta e encontra laços e histórias

A Isa e seus questionamentos. Hoje no caminho de casa pro trabalho e escola, a conversa enveredou pelos laços familiares. Ela se lembrou dos bisavós: “O pai e mãe da vó Fátima são meus bisavós e seus avós né mãe?” Sim filha. Seguiu perguntando quantos eu conheci, e eu respondi que tive a sorte de conhecer 6 bisavós. E lembro com carinho de cada um. Depois ela ficou contando quantos primos tem, por parte de pai e mãe. Da linha materna são 6 primos. Da parte do pai contou 10. E ela disse: “mãe tenho 16 primos, nossa!” Seu ar de espanto misturado com surpresa com os números foi incrível. E prossegue.

Mãe você tem quantos primos? Eu respondo: Nossa filha, tenho que fazer as contas porque a família é grande, tem poucos perto e muitos longe. Comecei a contagem. Cheguei à conta de 39 primos. Confesso que tenho receio de não está correta. Vou me certificar no lápis rsrsrs, Ela ficou com aquele ar emanando novas indagações, curiosidade aguçada da minha menina. Sei que esse papo ainda vai render muitas histórias...

E para ilustrar esse post, o quarteto de primos acompanhados dos meus tios. Tenho muita proximidade com eles, moram perto e marcam presença em minha vida. Laços sagrados de sangue&amor representando a família Neto. Amo muito.

terça-feira, 6 de outubro de 2015

cozinhar é alquimia simples e prática também

Eu não sou prendada para cozinha. Nem o básico sai lá essas coisas. E eu adoro programa de gastronomia, aprecio a arte de quem sabe fazer. Um dos meus programas favoritos é o Cozinha Prática de Rita Logo exibido pelo GNT. Adoro a leveza com que ela conduz as receitas. Tem a proposta da praticidade dos pratos, sem perder o refinamento. Culinária com bom gosto, simplicidade e arte, uma mistura que rende ótimos sabores.

Ontem no final do episódio a Rita mostrou seu livro e eu disse a Isa: filha vou comprar. Meu marido, que aparentemente estava cochilando, responde: “vai comprar pra quê, pra deixar de enfeite?”

Eu e Isa começamos a rir muito. De repente estava cochilando e acorda pra alfinetar. A Isa retruca: Pai eu vou ajudar a mãe cozinhar.

Ele diz: Isa você só come feijão e arroz isso sua mãe já faz. Não pode nem colocar coentro no feijão se não você não come.

Eu digo: Opa, sei fazer farofa também.

O “bate boca” rendeu muitas risadas. E para fechar eu digo:

Isa tá na hora de ir pra cama. E digo ao meu marido: E vou comprar sim o livro, nem que seja pra deixar de enfeite. Mas, certamente vou me arriscar a tentar uma ou outra receita, das mais básicas, é claro.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Tempo de florescer

Hoje acordei 5:00 para ver o dia nascer na primavera de um novo tempo. As estrelas piscavam no céu, despedindo-se da noite, um leve vento dançava na cortina. Que hora mágica o amanhecer, de repente a luz se faz presente e a claridade irradia por todo cenário da janela, os pássaros cantam anunciando a chegada da manhã. É dia, é primavera, é vida em movimento. Seja bem-vinda nova estação. É tempo para florescer com todo esplendor, concretizando todo potencial de renovação da semente em flores, para que o ciclo tenha continuidade.

Viva a vida, festeje a primavera. E que venham as tardes mornas com flores que encantam e perfumam a casa, com as manhãs frescas com orvalhos, com a brisa leve a embalar o cochilo na rede...ai como amo a estação da beleza!
Crédito imagem: FacebookHierophantMagazine

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Gratidão do dia

Final do dia, eu chego em minha casa e encontro o Arthur feliz com os cuidados da tia Coca. E que delícia o jantar preparado com o carinho e o sabor que só ela sabe. Além disso, casa limpa e cheirosa. Minha Isa raspou o prato. Oh gratidão! Banho, descanso e sono reparador.
Arthur diz: mãe hoje tô feliz. Fiquei com a tia. E completa: Temamo tia

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Viagem minha terra

Visitar minha família no local onde nasci é uma celebração. Celebrar a alegria de rever entes queridos é uma bênção. O sertão mora em meu coração e quando visito minha terra fortaleço meu espírito com conexão refinada.

Ouvir os causos do meu avô e sua risada doce e autêntica, sentir seu abraço carinhoso.

Observar minha vozinha rezando a missa e o terço traz uma paz imensa.

Sentir o cheiro da cozinha exalando do fogão a lenha e os passos da minha tia nos cuidados com meus avós

Ver as crianças brincando no terreiro, mangueira, na rede

Abraçar meu pai, ouvir sua risada e seu jeito único

Almoçar em Tia Maria cuscuz com feijão verde, tomar água de coco e rir muito com Tio Berto

Receber o carinho de minhas tias e primos

Brincar com meus sobrinhos e abraçar meu irmão

Contemplar o nascer do sol e abraçar a claridade inundando o horizonte

E que crepúsculo sensacional, o pôr do sol despedindo-se do dia e ver a primeira estrela enfeitar o céu...

Poucos dias com cheiro de eternidade. Eu volto assim, cheia de saudade e com muita gratidão...como diz certa música: “quem tem amor na vida tem sorte” E eu tenho muita!

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Diferenças no atendimento médico

Hoje acordei com forte dor na coluna e segui logo cedo ao Pronto Socorro. Com dor, sozinha, o tempo até ser atendida parece longo. Já chegamos ao hospital numa condição debilitada quando estamos doentes. Quando fui chamada pelo médico senti alívio. Entrei no consultório e o médico nem respondeu ao meu cumprimento de bom dia. Já perguntou o que estava sentindo. Depois de falar, sem examinar nada, ele já estendeu a ficha e disse: “é só levar para medicação”. Saí dali com direção a sala de medicação com a sensação de que aquele profissional não estava contente em estar ali naquela manhã para atender os pacientes. Não precisa ser dócil depois de um domingo de Páscoa, no entanto, um mínimo de educação e atenção ao paciente é fundamental no atendimento hospitalar e em outras atividades.

Felizmente a enfermeira que aplicou a medicação foi atenciosa. Já não é agradável ir ao hospital e quando recebemos um atendimento assim, temos vontade de nunca mais retornar. Infelizmente é recorrente ouvir relatos de atendimento ruim em hospitais e consultórios. É fácil identificar quem exerce a profissão com amor e quem está ali pelo salário ou sei lá qual motivação. Eu passo meus filhos pequenos por uma pediatra que é exemplar e cada atendimento amplia minha admiração pela sua dedicação em atender bem. E cada vez que vou ao Pronto Socorro e me deparo com um atendimento como o de hoje, acredito cada vez mais que fazer o que ama faz toda diferença na sua vida e também na vida das pessoas com as quais se relaciona.

Novo Pronto Socorro Jd D´Abril - Crédito imagem: Site Prefeitura Osasco

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Você é capaz de vencer seu confortável inimigo

Ela é uma velha conhecida de muitos, a senhora “zona de conforto”, essa confortável posição de que tudo está “normal”, digamos dentro do script e que por vezes em nada representa nossa natureza que clama por mudanças. É que mudar traz desafios que precisam ser encarados, sem máscaras, para ter o panorama claro da situação. Tem que almeje grandes mudanças, daquelas radicais e tem quem comece por uma pequena alteração e descobre que ela desencadeia uma onda de ações. A força da mudança ganha proporções incríveis quando é acionada, digo por experiência própria.

Já ouvi muitas pessoas falando sobre seus sonhos com brilho no olhar e depois terminar a fala com ar de tristeza dizendo que para isso acontecer tem que largar aquele emprego “certo” que é “pra toda vida”. E será que vai ter toda vida para fazer o que ama depois que se aposentar? Se colocar como coitadinho é muito comum. Aliás, um aliado de peso da zona de conforto é o papel de vítima. É muito mais fácil colocar culpa no outro do que assumir sua culpa. É mais cômodo colocar no vilão tempo ou falta dele a não realização de seus objetivos. Se você decidir agir diferente, aceitar sua culpa, perdoar a si mesmo, determinar aonde quer chegar, reconhecer seus bloqueios e assumir um compromisso de mudança, tudo pode ser modificado.

Há decisões que mudam completamente o curso de nossa história e elas se tornam reais quando escolhemos com o coração. Certo ditado que minha mãe sempre diz: “aquilo que palpita o coração” faz todo sentido nesse contexto. É exatamente o que faz pulsar nosso coração que dá sentido aos nossos passos. Se a mudança que deseja estiver coerente com sua essência, então é só começar. Sim, não é fácil mudar. Há uma resistência feroz e realizar o primeiro passo é um divisor de águas.

Enfrentar você exige uma força poderosa. Sabe aquela conversa de deixa para amanhã e o amanhã se estende por muito tempo, é uma forma de procrastinar sabotadora. Aprendi que não precisa esperar a segunda-feira, o começo do mês ou ano, é preciso começar já. Nesse processo os hábitos são vitais. Banir um hábito ou reformular é tarefa árdua, mas totalmente possível. Com persistência vamos longe o suficiente para alterar o roteiro e como é recompensador quando enxergamos o avanço da caminhada. O passo a passo se torna um ritual de melhoria contínua.

Esse confortável inimigo que sabota suas mudanças tem solução e ela está ao seu alcance. É aqui dentro que temos aquela amiga divina chamada fé que nos faz acreditar que tudo é possível. A fé alimenta nosso caminho, engradece nossa determinação, motiva a disciplina e se torna presença marcante em tudo que concretizamos. A fé é fundamental, é uma luz que clareia a escuridão do medo, que amplia nossa visão e nos faz ver o quanto somos capazes quando confiamos. É uma sensação indecifrável e que conseguimos vê-la concreta em cada etapa. A vitória nasce e torna-se real quando você escolhe o caminho e assume a direção. Vá em frente!

Missão cumprida

Já retornei do inverno Norte para o verão Sul Global Latino. A viagem missão quarentena pelo segundo ano consecutivo. Apesar de voltar dilac...