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segunda-feira, 16 de setembro de 2024

Caldeirão invernal

Aflição que queima
A primeira quinzena de setembro já foi. Ouço de muitas vozes com diferentes tons: o tempo está louco. Entre segunda e sexta voando, o final de semana num piscar. Com palavras diferentes, de falas também, que sinalizam um contexto similar. O tempo está mais ligeiro? Caminhamos em direção ao fim? O nosso como espécie que está, infelizmente, impactando outras tantas, nesse planeta ainda vivo, mesmo diante de tantas sequelas. Aqui no Sul global brasileiro ardemos em queimadas que ferem os biomas, sangra nossos narizes, adoece nosso sistema respiratório e outros emaranhados do corpo. O ar denso de poluentes, a mente cansada, o céu desapareceu, o corpo rastejando nas selvas das cidades, alguns orando pelas chuvas e tantas outras necessidades. Tempo de aflição. Fecho os olhos, ouço a voz de Vozinha: não esmoreça.


Quebras e renovações
Chegou a hora de livrar-me da banheira, que pela minha vaga lembrança, usei umas 2 vezes nos 13 anos que habito essa casa. A Isa e Arthur, usaram bastante nos banhos brincadeiras que já ficaram na memória. Ela permanecia lá e resolveu vazar. A água caça caminhos por entre as paredes e tetos e vai infiltrando. Não teve jeito e ela já está lá, quebrada na caçamba de entulho. Que libertação! Sim, aquilo que não usamos fica impregnado de energia parada. Uma pequena obra traz transtornos, mas é preciso coragem para resolver questões urgentes. Sem porta, sem piso, sem parte do azulejo, sem os utensílios de uso cotidiano, olho para o cenário desolador cheio de pó e penso nas dores que todo processo de renovação causa.

Riso que cura
Tenho acompanhado mãe em consultas e exames por São Paulo, a capital vizinha de Osasco que ela e muitos desconhecem. Apesar de andar muito por lá, a imensidão da cidade é tamanha, que muitas vidas eu precisaria para me dedicar a tarefa de desbravar os múltiplos lugares dessa Sampa, que sim eu Amo. No dia 11/09 eu e mãe fomos para Mooca. Estação Osasco, trem até Barra Funda e depois metrô. Chegamos ao hospital, tomamos um café próximo ao elevador. Tenho gosto por chegar adiantada em compromissos. Enquanto aguardávamos nosso café com pão de queijo, duas cenas tocantes. Uma mãe e uma filha, caminhavam abraçadas, ambas num amparo, na face de uma delas lágrimas quentes escorriam e eu senti a dor rasgar meu coração. Fiz minha prece silenciosa. Já degustando meu café com leite, vejo uma garota vindo do centro de especialidades, sem o lenço, sem cabelos e com uma aura que iluminou o ambiente. Nova prece. Seguimos para aguardar a consulta. Depois de um atraso de 3 horas, fomos atendidas na sala 11, para onde retornaremos em breve. Mãe encanta o médico com seu jeito ímpar. Nossa caminhada segue e que o riso continue sendo nosso aliado na cura. Amém!


Novo capítulo
Para um novo caminho, em outra especialidade. Dessa vez na Zona Sul, descemos, Isa e eu, no metrô Santa Cruz. No prédio da consulta, o som das águas nos recepcionando, um aroma delicioso suavizando os ambientes, um bálsamo diante da secura lá fora. A médica excepcional, dessas conexões valiosas que a vida nos presenteou. De lá saímos com a certeza de que a melhor das possibilidades será estudada e realizada no tempo oportuno. Já na rua, observamos o prédio conservado de uma unidade do Corpo de Bombeiros, entramos na centenária igreja Nossa Senhora da Saúde e fomos arrebatadas com tantos retratos da beleza da arte sacra que tocam nossa fé. Antes de pegar o metrô de volta, uma pausa para o lanche, teve o chocolate preferido dela e abastecidas retornamos. Santa Cruz, República, Butantã, ônibus e casa.


Inspiração que salva
Na sexta 13 o dia foi da Bienal. A festa dos livros, corredores cheios, estudantes, professores, amantes dos livros, lançamentos, autores, personagens e um mundo de saberes que multiplicam histórias. O livro é um universo. No sábado foi dia de gravação do podcast, um espaço de troca fértil que rende diálogos que nutrem. Teve encontro com amigos e muito mais. Eu poderia escrever muitas páginas sobre a semana de 08 a 15/09, tantos trilhos, portas, janelas, frases, orações, lágrimas, sorrisos, linhas e entrelinhas que seguem palpitando por aqui, mas esse pequeno ensaio termina aqui, porque a agenda da nova semana me chama. O som da chuva canta lá fora, vou ali preparar meu café. Hoje tem passagem por OZ e Lapa no destino. Que meus sentidos continuem sendo tocados por inspirações cotidianas. Bora!

domingo, 31 de julho de 2022

Gratidão julho/2022

Manhã de domingo, 31/07/22. A claridade na minha janela anunciava que o dia já tinha nascido. Sentei na cama recordando o sonho estranho da madrugada. Sacudi a cabeça para que ele se vá e levantei. Rezei. Ouvi os pássaros cantando lá fora, o silêncio da casa e o sino dos ventos tocando.  O cheiro de café inundava a cozinha e eu refletia sobre o mês intenso que hoje chega ao fim.  Sentei contemplando a janela e tomei meu café solo com pensamentos flutuantes pelos dias de julho. Engraçado perceber o que aflora na memória.

As idas às sessões na Santa Cecília, consulta na Angélica, a alta médica no Tatuapé, os passeios das férias em que a Mãe não está de férias, os livros que li, os encontros com a família e amigos. Cabe muita vida dentro de um único mês. Eu tenho meus meses marcantes e julho é e seguirá sendo um deles. É o mês do nascimento da minha Elo Sagrado, logo no dia 01/07, a menina invernal deste hemisfério. E esse ano Isabelly teve passeio com amigos no dia e depois teve festa com seu tema preferido, o infinito universo que palpita em seus sonhos.

Tivemos também o Batismo da Joana, filha da minha prima Joyce. Que dia memorável em que essa criança foi abençoada pelo Espírito Santo na companhia de personagens que a amam e que celebraram com tanto afeto esse dia. Teve o café com a amiga, desses diálogos nutritivos que seguem reverberando. Fazia tanto tempo que eu não tinha um momento desses, na companhia de uma pessoa que tanto estimo. Quando eu voltava pra casa nesse dia determinei que vou marcar eventos assim com mais frequência. E sim, são necessários. É um cuidado!

Ah e por falar em companhia, meus livros foram e seguirão fazendo parte da agenda de todos os meses. Em julho eu li e escrevi sobre o livro do Abel Ferreira e sua equipe, Cabeça Fria, Coração quente. Minha simples resenha está publicada em meu Blog de Memórias. Outro que me fez cair em prantos foi uma dica do meu irmão Paulo Eugênio: Sou a Mãe dela de Adriana Araújo. Ainda vou escrever em lágrimas minhas impressões. No momento estou lendo outro livro que indico, do admirável Dr. Drauzio Varella: O exercício da incerteza. Que livros! Que leituras!

Com as meninas fiz dois passeios, na lotada Bienal 2022. Voltamos carregadas de livros e memórias. E serão tantas as viagens que faremos nas leituras dos livros que estão na fila da leitura. A melhor fila que conheço. E de novo com elas fui ontem a Estação da Luz, Museu da Língua Portuguesa e na Pinacoteca. As letras, a língua, as conexões, as cores, a arquitetura, o café, o relógio, os mirantes, o jardim da Luz, as avenidas e os personagens na arte criativa e viva que é a  cidade.    

Molhei o pão no café, sempre faço isso e sorri na alma das lembranças das aventuras do passeio do Zoo com os meninos. Do olhar das descobertas, dos risos e das conversas deles e da estreia de dois deles no metrô e ônibus. E promovi encontros com os meninos em casa. Teve o dia dos primos gêmeos Murilo e Miguel, outro dia do primo João e dos amigos Caique, Ian e Guilherme. E o Arthur também foi à casa do amigo Gui, aquele que é “seu amigo desde a gestação.” Amanhã será dia de retorno às aulas e hoje a tarde Arthur tem que fazer a lição das férias, um registro de julho com férias em casa.

E assim termino meu registro do mês. Não caberia nesta página todas as gratidões que sinto. Que eu tenha saúde e energia para seguir sendo CASA por onde meus passos seguirem. Obrigada ao capítulo julho de 2022. Que as janelas de agosto sejam iluminadas.

A bela foto da minha Isabelly, das janelas no Museu da Língua Portuguesa

sexta-feira, 11 de outubro de 2019

A alquimia da 6ª edição do Leia Mulheres Osasco

O primeiro livro da Conceição Evaristo por indicação do Leia Mulheres Osasco marcou tanto. Sua escrita tem uma “costura” incrível, a passagem do tempo enlaçando os personagens, evocando memórias ancestrais e nos convocando ao alongamento do olhar e dos sentidos. Os enunciados nos fazem enveredar, como uma porta que se abre para uma trilha sonora da poesia nas páginas de uma casa com muitas janelas. É um canto sensorial que embala tantas reflexões. Fiquei tão emocionada com poemas que afloraram memórias fortes que seguem vibrando em meus poros. E já tenho outros dois da Conceição na fila da leitura.

Já foram seis edições, seis livros e muitas trocas. Nossa Senhora do Nilo da autora Scholastique Mukasanga, O Pais das Mulheres de Gioconda Belli, Um Corpo Negro de Lubi Prates, A Telepatia são os outros de Ana Rusche, Poemas de Wislawa Szymborska e Poemas da Recordação e outros Movimentos de Conceição Evaristo. Que teia de leitura fantástica. Quanta partilha cada livro é capaz de multiplicar.

Ontem teve comemoração com os deliciosos pães de mel, feitos com primor pela Carol. Façam suas encomendas no (1196190-0079). Digo que ela faz poesia com os doces. Todos apreciamos essa combinação do encontro, do pão de mel, dos poemas, dos abraços e do afeto que compartilhamos. Que alquimia! #leiamulheresosasco




Até a próxima edição, com o livro que está me deixando sem fôlego. A Vegetariana de Hang Kang.

sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Sobre a 5ª edição do Leia Mulheres Osasco

“Como você tem disposição para sair a noite em pleno dia da semana, depois de ter trabalhado o dia inteiro?” Ouvi essa pergunta depois de uma postagem com a foto do último encontro do #leiamulheresosasco . Sim, eu tenho energia para participar de encontros que tocam meus sentidos. Sempre apreciei a leitura, poesia, saraus. Com as crianças pequenas fiquei afastada por algum tempo e agora estou retomando a interação.

Do que você tem se alimentado? No #leiamulheres encontro um fértil alimento de histórias e poesias que vão se entrelaçado. Os livros tem esse incrível poder de gerar laços afetuosos. A convite da Marili Alexandre, participei do primeiro encontro realizado em maio/2019 na Biblioteca Monteiro Lobato. Ela que esteve presente na primeira edição é dessas “mães, amigas, irmãs” poéticas que a vida nos presenteia.

É um presente também conhecer as mediadoras Vivi e Pilar e todos os demais participantes. Cada um com seu roteiro inunda o encontro de modo especial. É sensível, é forte, é questionador, é aprendiz. A troca tem sido tão nutritiva que todos os meses tenho participado. Cada livro aflora muitas percepções.
Na 5ª edição os poemas de Wisława Szymborska foram compartilhados como uma cachoeira torrencial banhando o caminho das pedras e das águas com distintas questões. O ontem, o agora, o amanhã, pontuando um tempo que é efêmero e perene, que é sério e brincante, que tem lágrima e riso e que tem aquilo que chamo de indizível para cada personagem e, ainda assim, nos torna semelhante na estrada: o que sentimos é o que faz sentido.

#leiamulheresosasco  Participe, aqui e na sua cidade #leiamulheres 
Hoje mesmo inicio a leitura do próximo livro. Até a próxima edição.

segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Agosto intenso e sensorial

E não é que agosto passou ligeiro. De repente a chuva de setembro já fertiliza os campos. Todo mês tem seu diferencial. E cada pessoa tem suas marcas em um ou vários meses. O certo é que no espaço de um mês há muita vida, mesmo que tenha uma data que nos lembre da morte. No fim, o que recordamos é de fato o que vivemos ou deixamos de viver. A presença da morte nos faz lembrar a importância de viver. É um dos motivos pelos quais eu valorizo tanto os encontros, como este que finalizou o mês. Tão bom reunir amigas, cada uma com sua singularidade, trocando experiências na fértil teia da amizade.

E falando do término lembrei que comecei agosto visitando uma tia especial que mora em Guarulhos. Eu e mãe saímos cedo de casa, num domingo invernal gelado e atravessamos a rota intermunicipal para fazer essa visita. Chegamos embaixo de chuva e fomos aquecidas pelo calor humano do abraço e das risadas. É que o riso está em nosso DNA, mesmo quando falamos nas tristezas, temos esse dom de arrancar humor das entranhas.

E caminhando para o fim do mês teve a 4ª edição do Leia Mulheres Osasco e foi enriquecedor. Segue reverberando as muitas trocas que o livro nos proporcionou. E já estou enveredada na leitura de setembro. As palavras e as sensações misturadas, de outros horizontes, épocas e personagens. As que leio. As que escrevo. As muitas letras que ganham vida e me faz crer na força da escrita como ilustração daquilo que sentimos e da força que elas têm em gerar laços.

Tivemos também aniversário no sítio, um final de semana de sol, alegrias, dança, risadas e conversas. Entre sabores e dissabores o mês foi sendo costurado. Teve idas ao hospital, exames, aconchego de casa, decisões e providências que estão em curso. E por tantos cheiros, abraços, lágrimas e afetos, eu sou muito grata por todas as graças do mês que terminou e do que já nasceu.

Gratidão agosto por tantos encontros e afetos. Setembro está florescendo

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

Gratidão pela fertilidade invernal de julho

Ah longo julho, abençoado mês do nascimento da minha menina das águas. Gratidão por sua passagem. Ela que é um presente em nossas vidas, dedicamos todo amor, do tamanho do oceano. A grandeza da sua sensibilidade é um laboratório aprendiz dos meus dias e eu me sinto tão abençoada por ser sua mãe. Preciosa Isa, da Lua Cheia.

E cada fase lunar foi intensa. Julho das surpresas que explodem no inverno de outro tempo. Sim, a transformação acontece no seio desse cotidiano moldando o tempo de cada um e de cada coisa. Os retratos que se apresentam de tantas formas: sutis, escancaradas, doidos, fortes, suaves ... O vento cortante vindo da friagem do Sul avança e me fez procurar o calor da sopa, do abraço, do cobertor do silêncio e daquilo que sentimos no olhar que tanto diz.

Das leituras com as crianças, o destaque foram: Sinto o que Sinto. E a incrível História de Astar e Jaser, Caderno sem Rimas de Maria e os quadrinhos da Turma da Mônica. Os livros, meus companheiros de cabeceira, meus amigos de todos os dias. Um corpo negro de Lubi Prates, Bruxisma de Pilar Bu e dessas indicações preciosas que chegou dia 30/07 e estou lendo com todos os poros: Redemoinho em dia quente de Jarid Arraes. Há uma teia literária de uma leitura que desperta outras. E a sequência tem um quê de magia.

Um corpo negro tocou profundamente minhas cicatrizes. Foi o livro tema do Leia Mulheres de julho. Ontem tivemos o especial encontro com a presença da escritora. Partilhar aquilo que sentimos, nossas vivências e aprendizados, nessa comunhão da leitura compartilhada, foi e seguirá sendo enriquecedor. A poesia tem esse poder de nos rasgar e remendar e criar laços diferenciais, daqueles que marcam.

As mensagens aflorando das linguagens que enxergamos pela ótica dos sentidos. Memórias do mês que virou capítulo de 2019. Elas seguirão ressoando e fortalecendo as conexões. Tem Lua Nova iniciando agosto. Viva!

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

O melhor de 2015

Chuva, frescor, final de ano. Férias, tarde preguiçosa em casa. Fiquei pensando nos 12 meses de 2015 e em quantos acontecimentos cabem no espaço de 1 ano. Filtrar o que de melhor aconteceu é uma forma de relembrar e também de selecionar o que nos marca. São essas marcas que ficam impressas em nossos corações e que, verdadeiramente, ampliam a gratidão pela força da vida e dos laços que costuramos nessa jornada. Algumas recordações que descrevo a seguir tem sintonia refinada com minha essência e seus ecos permanecerão registrados na sagrada morada coração:

1- acompanhar a jornada da Isabelly em um novo ciclo de estudos. Sua desenvoltura na nova série, suas notas excelentes e as novas amizades que florescem. Ela cresce com sua sensibilidade aguçada, eficaz inteligência, gosto pela leitura e descobertas. O espírito aprendiz é uma dádiva. A apresentação dela na feira cultural foi uma mostra da sua habilidade. Parabéns Isa.

2- Uma nova fase da Bruna, próxima de si, buscando autoconhecimento, em processo de evolução vai caminhando para se tornar uma mulher cada dia mais consciente de si e renovando sua leitura de mundo. Meditar é uma graça! Seus passos voantes seguirão pela estrada com múltiplas paisagens e conexões.

3- O crescimento do Arthur com sua incrível empatia. Ele é autêntico, simples, tem uma atmofesra que encanta. O seu jeito de menino alegre contagia a casa, ele é puro movimento. E tem um AMOR tão enorme quanto sua energia. E, para citar um fato marcante: perder u medo do mar. Paraty é mágica.

4 - os enconstros do ano, churrasco aqui e ali, na companhia de pessoas queridas, família e amigos de anos e anos que seguem juntos. E, para finalizar, a simples celebração no sítio na presença dos amigos e família. Até os que não puderam comparecer, estavam ali, no painel iluminado de fotos. Diversão compartilhada, risadas, abraços, alegria da vida.

5 - minhas leituras. Ampliar minha biblioteca com cheiro e saberes dos livros, as associações, os presentes livros ...ah como amo ler e descobrir a viagem das páginas que constroem enredos

6- conhecer Paraty, lugar especial, morada do meu irmão Paulo. Cumprindo promessa. Que final de semana adorável. Obrigada Paraty. Quanta gratidão sinto pela alegria do meu irmão em morar nessa cidade "sensacional". E já renovei a promessa de voltar em 2016 para comemorar meu aniversário, no meu lar, no mar.

Mil vezes obrigada 2015! Seguirei exercitando meu propósito: Menos é Mais em diferentes contextos e priorizando o que é relevante na vida: Presença que faz diferença.

E que venha 2016, estou preparada para seguir refinando meus laços com muito AMOR!
momento mágico: Arthur vencendo o medo da onda. Mágica e encantadora Paraty

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

As criativas ilustrações do Google são homenagens inspiradoras

Eu aprecio muito as criativas imagens do Google. Ao acessar o Google pela manhã meu olhar fica surpreso diante da criatividade da ilustração. Já reconheci algumas homenagens e outras me motivaram a buscar informações. Hoje, 24/08/2011, a imagem homenageia um poeta e escritor argentino: Jorge Luis Borges. Eu que amo os livros, tenho paixão por uma de suas frases: “Sempre imaginei que o paraíso fosse uma espécie de livraria.”

Na imagem criada pelo Google o escritor está diante de seu paraíso. Magnífico!
E para concluir este post, escolhi uma foto clicada por minha amiga Fatyma de Moraes em uma de suas viagens a Buenos Aires. Vejam que paraíso das letras e das artes:

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Professor Aprendiz

Cada indivíduo tem sua forma de estudar e no decorrer de nossa jornada estudamos de diversas maneiras e cada uma tem sua contribuição na nossa formação profissional e pessoal. A escola da vida é uma rede e cada teia tem seu valor e personagem ou personagens que moldam essa conexão.

Em todo esse processo encontra-se a figura do professor. Os Mestres com o incrível brilho no olhar revelando um espírito Aprendiz ficaram registrados no meu livro e estarão marcando sua presença eterna no meu espaço. É o que chamo de Professor Aprendiz que nos estimulava e continua a nos estimular a questionar, a desvendar as entrelinhas, a observar por diferentes ângulos, a enxergar além do óbvio e, principalmente, a fazer nossa própria releitura filtrando as relevâncias.

São professores que ouviam, respeitavam as diferenças, compartilhavam conosco suas experiências e exercitavam o feedback, aquele importante retorno que nos faz agradecer, refletir e melhorar. E por falar em melhor, hoje ao ler um e-mail enviado por uma amiga que é também merecedora do título de Professora Aprendiz, lembrei de professores especiais que conheci e convivi em diferentes momentos.

Da tradicional fase da Escola que vai do pré até o ensino médio, lembro de dois. Da faculdade são quatro eleitos e cada um muito divergente do outro. Tem os professores da família que nos ensinam com seu legado, sua força, seu amor, fé e que somado constitui a base na nossa estrutura. E aqui minha mãe, meu pai, meus avós e permanentemente minhas filhas são eternos professores.

E, claro, os amigos. Nossos irmãos que escolhemos. Anjos guiados pela Sincronicidade. Aqueles verdadeiros que contamos nos dedos de uma única mão. Quem enviou esta mensagem que inspirou essas palavras é uma delas. E é admirável sua busca por diversos conhecimentos e a generosidade com que compartilha com as pessoas as informações, sensações, intuições e suas percepções com tom alegre, motivador, investigativo e profundo.

Fatyma de Moraes é uma Professora Aprendiz com sua essência iluminada pela sede de sabedoria.Que eu possa aprender cada vez mais com meus Professores Aprendizes a me tornar um ser humano cada dia melhor. Obrigada Mestres Iluminados!

sexta-feira, 12 de março de 2010

Paixão pela leitura

Eu sou apaixonada pela leitura. Adoro ler revista, livros e artigos em sites interessantes. Sempre reservo um tempo do meu dia para ler. Minha revista favorita é a PEGN. Todo mês compro a edição e aprendo muito com as matérias que abordam a arte de empreender nas mais diversas áreas. E aproveitando o gancho acompanho o Papo de Empreendedor e participo da Rede NING PEGN. São opções para ler e fazer contato com outros empreendedores. A troca de informações é valiosa.

Ano passado li bastante e fiquei fascinada por um livro que comprei após ler um trecho dele citado em um artigo do Bolsa de Mulher. Recomendo a leitura para todas as mulheres. Tornou-se meu livro de cabeceira: Mulheres que correm com os Lobos – Clarissa Pinkola Estés. É incrível como ao ler o livro vamos fazendo conexões com as peças das histórias que são contadas e vamos clareando muitas situações de nossa caminhada. Leiam e releiam.

Textos, blogs e canais interessantes você encontra no Bolsa de Mulher. É um portal feminino semelhante a uma bolsa de mulher recheada de conteúdo. Adoro o Canal Mulherinvest. Estou mesmo em uma fase de investidora. Acabei de ler Pai Rico, Pai Pobre que nos mostra a importância de adquirir ativos e já estou lendo Mulher Rica que faz parte da série. Nossa, estou amando a leitura que traduz de forma simples o que muita de nós pensamos ser tão complicado. Investir na sua liberdade financeira vale OURO e toda mulher tem capacidade criativa para conquistar seus sonhos. Eu acredito e estou neste caminho de Ação para aprender e melhorar sempre.

Tem sites e Blogs que contam com um acervo de artigos preciosos. Vejam na minha lista de Blogs neste Blog as minhas opções. Sobre Coaching e temas conectados ao sucesso leia o Spiritual Coaching e o Alpha Coaching. Artigos sobre autoconhecimento e espiritualidade acessem Somos Todos Um. No Vila Mulher também tem muito conteúdo sobre o universo feminino. E por falar em essência feminina, o Blog da Escola das Deusas é inspirador. Contos avessos, ousados e diferenciados no castelo de palavras construindo no Blog do meu irmão.

Também viajo por outras leituras. Amo poesia e aprendi com minha amiga Marili que um certo Fernando se desdobra em muitas Pessoas. E o que dizer da Diva Clarice Lispector, quero todos os seus livros. Ano passado ganhei de presente O menino de pijama listrado da minha amiga Clícia. Li e depois assisti o filme. Ambos são emocionantes. E tem um livro que tenho verdadeira paixão e que todas as pessoas deveriam ler: O Pequeno Príncipe. É tão memorável que atravessa gerações.

Minha filha Bruna pegou gosto pela leitura. Fico tão feliz. E esses dias levei a Isa para o Sesc Pinheiros e ela ficou encantada com os livros espalhados pelo tapete. Espero que minhas filhas sejam tão apaixonadas por livros como eu! A Bruna já enveredou nessa viagem e imagino que ler é um alimento para ela escrever no seu blog pessoal. E ela escreve no seu Blog moda, um tema que ela ama. Também com tanto estilo, ela leva mesmo jeito. Então, termino por aqui convidando você a encontrar seu jeito de ler e viajar pelas páginas de um mundo repleto de tesouros.

Missão cumprida

Já retornei do inverno Norte para o verão Sul Global Latino. A viagem missão quarentena pelo segundo ano consecutivo. Apesar de voltar dilac...